Quais eram as principais tribos de índios do Velho Oeste?

 

Cheyennes, apaches, navajos, comanches, blackfeet e sioux eram algumas das principais nações indígenas nos Estados Unidos nos tempos do Velho Oeste, no século 19. Todas viviam na região conhecida como Grandes Planícies da América do Norte, uma vasta área que se estende do rio Mississípi em direção ao oeste do continente. “Os povos das planícies são designados de acordo com os idiomas que falavam. Uma linguagem de sinais fornecia formas práticas, mas limitadas, de comunicação entre tribos de idiomas diferentes”, diz a antropóloga americana Regina Flannery-Herzfeld, da Universidade Católica da América, em Washington. Com a chegada do homem branco, os índios das planícies começaram a adquirir artigos como armas de fogo e tecidos, o que levou ao declínio das tradições e culturas nativas. Quando viviam isolados da civilização, as tribos tinham como único bicho doméstico o cão, que servia principalmente como animal de carga, puxando uma espécie de trenó de madeira. Os cavalos só se espalharam entre os índios americanos após contatos com os primeiros colonizadores espanhóis, ainda no século 16. A maior parte das nações era nômade, vivendo em acampamentos temporários e se deslocando à procura de alimento. Tais grupos tinham como uma de suas principais atividades a caça de grandes animais, como antílopes, alces e, em especial, búfalos. “Na segunda metade do século 19, tribos que antes eram hostis entre si se uniram contra os forasteiros brancos. Às vezes, os índios eram bem-sucedidos em ataques, mas no final foram aniquilados e transferidos para reservas”

 

Os Últimos peles-vermelhas

 

Em meados do século 19, seis grandes tribos enfrentavam a invasão dos colonos brancos

 

CHEYENNES

Viviam na região do estado de Montana, no norte dos Estados Unidos. Nômades, montavam aldeias temporárias com cabanas cônicas, conhecidas como tepees. Por mais de 20 anos os cheyennes se envolveram em uma série de ataques aos brancos, além de se unirem a outras tribos contra a presença de colonos em seu território. Em 1876, os cheyennes se aliaram aos antigos inimigos sioux para aniquilar a Sétima Cavalaria, famosa tropa do Exército americano comandada pelo “general” Custer

 

SIOUX

Também chamados de dakotas, espalhavam-se pelos estados de Dakota do Norte e do Sul, no centro-norte dos Estados Unidos. Eram os mais agressivos contra os brancos e tinham cerimônias que incluíam rituais de tortura como prova de bravura. Num desses rituais, mostrado no filme Um Homem Chamado Cavalo (1970), o índio tinha a pele atravessada por pinos de madeira presos a cordas, que eram estendidas para erguer o corpo até gerar dilacerações. Os sioux resistiram aos brancos até 1890, quando foram massacrados

 

NAVAJOS

O mais populoso grupo de índios dos Estados Unidos vivia na região do Novo México (sul do país) e falava um idioma parecido com o de seus “primos” apaches. Tinham uma religião complexa, que incluía cerimônias com a criação de grandes pinturas no chão, feitas com flores e areia colorida. Os navajos eram menos agressivos, mas foram considerados perigosos o bastante para justificar o envio de uma expedição militar contra eles em 1863. Cerca de 8 mil índios foram presos e assim permaneceram até 1868

 

BLACKFEET

Com muitas armas de fogo e cavalos, os “pés-negros” habitavam o centro-norte dos Estados Unidos e possuíam uma das mais poderosas forças guerreiras do Velho Oeste. Eram famosos por arrancar os escalpos dos inimigos vencidos, fossem eles soldados americanos ou índios rivais. Ainda no início do século 19, boa parte da nação morreu de fome após o extermínio das manadas de búfalos de seus territórios. A partir daí, os blackfeet se concentraram na agricultura e na criação de gado, passando por um processo de mistura progressiva com outras tribos

 

APACHES

Muito hábeis no uso de cavalos, os apaches se dividiam em bandos autônomos que viviam perto da fronteira com o México. Mesmo sem possuir uma organização centralizada, tiveram grandes chefes, como Cochise e Geronimo, que os levaram a travar guerras sangrentas contra espanhóis, mexicanos e americanos após o fracasso de acordos de paz. Inferiorizados militarmente, foram derrotados de uma vez por todas em 1886 e levados como prisioneiros para a Flórida e outros estados americanos

 

COMANCHES

Nômades no século 19, os comanches promoviam temíveis ataques surpresa e ocuparam terras de outras tribos, como os apaches, no sul dos Estados Unidos. Era uma nação poderosa, que dependia muito da caçada de búfalos, animal que fornecia à tribo alimento e matéria-prima para roupas e utensílios. Foram uma das primeiras nações a adotar o cavalo, após contatos com espanhóis. Os comanches firmaram vários acordos de paz com o governo americano, que jamais impediu que os territórios da tribo fossem invadidos.

TRIBOS INDÍGENAS NORTE-AMERICANA ! … OS FILHOS DA NAÇÃO !

A Tribo Sioux é portadora de profundas filosofias ancestrais, embora tenham passado por uma evolução do mundo civilizado continuam a manter viva a sua cultura e as suas raìzes tradicionais indígenas, é preciso de não esqueçer que estes são os verdadeiros filhos das americas, já lá viviam quando os europeus fizeram a “descoberta” do “novo mundo”, invadindo e se apossando de todo o território indígena, além da usurpação de todo o território nativo e de a exterminação quase total desses nativos,  ainda  confinaram todo esse povo indígena a reservas que mais não eram que uns campos de concentração de onde os nativos eram severamente castigados se ousassem sair de là, e quando isso aconteçia, depois de capturados eram quase sempre punidos com a condenação à morte, o que aconteçeu é que roubaram a terra aos seus habitantes naturais, os indígenas, que foram uma nação muito grande que foi levada quase ao total extermínio pelos colonizadores…aqui a máxima do provérbio “dar a cesar o que é de cesar” não teve qualquer efeito, porque os indígenas ainda hoje são alvo de discriminação,até no cinema o índio é sempre retratado como o mau da fita, quando a realidade historica tem outra face menos abonatória para os colonizadores e gerações seguintes, e muito embora estes nativos tenham evoluído e estando bem integrados na nova sociedade norte-americana, e em virtude do acompanhamento dessa mesma evolução, e muitos deles possuam um grau académico a nível superior, ocupando cargos importantes na sociedade norte-americana, mas ainda existe uma atitude discriminatória em relação a este povo que continua a ser uma raça muito marginalizada no seu próprio paìs….A nação indígena norte-americana era muito grande e englobava várias tribos, a maior era a Sioux, entre as tribos mais conheçidas estão os Sioux, Lakota, Cheyenne, Arapaho, Mohawks, Navajos, Shoshone, Cherokee, Seneca, Cree, Kiowa, Creek, Irokis, Crow, Apache, Black-feet, Mescaleros, jicarillas, e os chiricahuas … mas havia outras tribos menos conheçidas, Siksitas, Huron, Chikasaw, Natchez, Tonkawa, Atakapa, Muskogee, Ojibway, Algonkin, Micmac, Wendat, Potowatomi, Oneida, Tuseahora, Kanieekehake, Onondaga, Cayuga, Chopunnish, Chirewyan, Chilcotin, Ingalik, Kaska, Beathuk, Tsimshian, Tlingit, Haida, Yurok, Salish, Nuxalk, Kwa-kwa-ka`wakw, Mandan, Nuu-chah-nulth … eram estas as tribos que formavam a grande nação indígena naquele que agora é por todos chamado território norte-americano…poderà conheçer mais desta cultura através do site criado por uma jornalista indígena, de origem apache, Mary Titla, acedendo ao link www.nativeyouthmagazine.com  onde poderà ficar mais por dentro das actividades deste povo nativo no mundo actual…Aos poucos estes nativos vão conquistando um papel importante na sociedade norte-americana, afinal esse é um seu direito, pois são os naturais filhos da nação !!! … Alguns artistas da musica e cinema, de origem nativa, são ; Lou Diamond Philips, Rita Coolidge, Willie Nelson, Dwayne Johnson (The Rock) e Chuck Norris, este último é de origem nativa pelo lado paterno.

Dança do Sol

Publicado: janeiro 10, 2012 em Uncategorized

Dança do sol

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A Dança do Sol é uma cerimónia praticada de forma diferente pelos diversos índio norte-americano das Nações Unidas, mas muitas das cerimónias têm características em comum, incluindo dança, canto e percussão, a experiência de visões, jejum e, em alguns casos, a auto-tortura.

A Dança do Sol foi a cerimônia mais espetacular e importante religiosas dos índios das planícies do século 19 na América do Norte, normalmente realizada por cada tribo, uma vez por ano, geralmente na altura do solstício de verão.     A Dança do Sol durar de quatro a oito dias começando no pôr do sol do último dia de preparação e terminando no pôr do sol. Ele mostrou uma continuidade entre a vida ea morte – um de regeneração. Isso mostra que não há fim verdadeiro da vida, mas um ciclo de mortes simbólicas e verdadeiro e renascimentos. Toda a natureza está interligada e dependentes um do outro. Isto dá uma razão igual a tudo na Terra.     As tribos de nativos americanos que praticavam a dança do sol foram:     O Arapaho, Arikara, Asbinboine, Cheyenne, Crow, Gros, Ventre, Hidutsa, Sioux, Plains Cree, Plains Ojibway, Sarasi, Omaha, Ponca, Ute, Shoshone, Kiowa, e tribos Blackfoot. Seus rituais variavam de tribo para tribo.     Para muitas tribos de índios das planícies, cuja caça do bisonte-cultura floresceu durante os séculos 18 e 19, a dança do sol foi o principal cerimônia comunitária religiosa – o rito comemora renovação – o renascimento espiritual dos participantes e seus familiares, bem como a regeneração da vida Terra com todos os seus componentes – o ritual, envolvendo o sacrifício e súplica, para garantir a harmonia entre todos os seres vivos, continua a ser praticada por muitos contemporâneos norte-americanos nativos.     O padre mais famoso foi também o melhor fabricante de Lodge. Ele passou toda a cerimônia e se instruir o participante na construção de uma tenda de preparação e dar direção aos outros membros da tribo que iria reunir os elementos necessários para a construção. Os homens conhecidos por sua eminência na sua tribo foram escolhidos para olhar para uma árvore com um garfo na parte superior. Este era para ser para o primeiro e pólo central do lodge. Quando uma árvore adequada foi localizada uma pessoa qualificada especial foi chamado para cortar a árvore para baixo. A árvore caiu em seguida, foi tratado como um inimigo caído. Então, dependendo da tribo um feixe foi colocado no garfo. Na tribo Sioux o pacote continha escova, búfalo, palhas longas com o tabaco em si e outras oferendas religiosas.

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A mulher mais velha do campo leva um grupo de donzelas vestidas elaborada para a árvore para retirar seus ramos. Na manhã seguinte, logo que o sol é visto ao longo do horizonte leste, guerreiros armados cobrar o sol pólos. Eles atacam a árvore simbolicamente no esforço para matá-lo com tiros e flechas. Depois que ele está morto é cortada e levada para onde o Sol Dance Lodge será erguido. Antes de o sol levantar-pólo, uma cabeça de búfalo fresca com uma ampla faixa centro da parte traseira do couro e na cauda (é) preso com multidões forte ao topo crotch do sol-pólo. Em seguida, o pólo é levantado e fixado firmemente no chão, com o búfalo, cabeça voltada para o sol poente. “A árvore representa o centro do mundo, ligando o céu à terra.    O alojamento é construída pela bailarina principal e seu clã. O garfo da loja representa ninho da águia. A águia tem um grande papel na Dança do Sol, pois é uma das Planícies “animal sagrado. A águia voa alto, sendo o mais próximo criatura ao sol. Por isso, é o elo entre o homem eo espírito, sendo o mensageiro que oferece orações a-Wakan Tanka (Deus).     Além de ser um mensageiro, a águia representa também muitos traços humanos. Podemos ver que os valores e os traços dessas culturas viu como sendo importante em uma pessoa por esses traços imposta como um animal sagrado. A águia é visto como corajoso, rápido e forte. Ele tem grande visão e sabe tudo. “Em uma águia há toda a sabedoria do mundo”.     Durante a Dança do Sol da águia é o facilitador da comunicação entre o homem eo espírito. The Crow pode ser acompanhado por uma águia dança em suas visões, a águia, instruindo-o sobre os medicamentos adquiridos através da visão. As penas de águia pode curar doenças. Durante a Dança do Sol um homem de medicina pode usar sua pena de águia para a cura, antes de tocar a pena para o sol-pólo, em seguida, para o paciente, transferindo a energia do poste para as pessoas doentes.     É o búfalo, contudo, que constitui o tema principal da dança do sol. Em diversas histórias que era o búfalo, que começou o ritual. Os Shoshone acreditam que o búfalo alguém ensinou a maneira correta de realizar a dança e as vantagens em fazê-lo. Buffalo canções, danças e festas normalmente acompanham a dança do sol.     Você pode ver as influências simbólicas do búfalo na Dança do Sol como é importante que o animal foi para os índios das Planícies “dia-a-dia. Era o búfalo, que simbolizava a vida porque era o búfalo, que lhes dava qualidade de vida. Índios das Planícies invocado búfalos para a sua alimentação, vestuário, abrigo, e mais todos os utensílios de mata-moscas de brinquedos para crianças. vida dessas pessoas estavam interligados com o búfalo. E esta relação foi louvado e abençoado com a dança do sol.     O búfalo foi incorporada em muitos aspectos, na dança do sol. A Cheyenne realizou um princípio que todos os itens essenciais sagrado na dança do sol (a) em relação ao búfalo. Os Lakota colocaria um pênis de búfalos contra secas ao sol-pólo para dar virilidade para os dançarinos. Isto reforça o significado simbólico da cerimônia como uma celebração do poder gerador do sol.     A dança do sol era uma parte significativa da espiritualidade do povo indiano Crow. Foi um retiro espiritual no qual um grande número de participantes que jejuar, orar e dançar por um período de dias. Eles pediram respostas a eventos acontecendo em suas vidas.     O crânio de búfalo é usado como um alter durante a dança do sol. Ofertas são apresentadas ao crânio, o Cheyenne encher o olho eo nariz com soquetes de grama, que representam a vegetação abundante para o búfalo, o que significa búfalo saudável para o povo. Para outros, a erva representa o búfalo, trazendo de volta à vida para a grama é o que dá a vida animal. A Dakota acreditam que os ossos de bisão mataram ressurgirá com nova carne. A alma era visto de residência nos ossos de pessoas e animais, reduzir a um ser vivo a um esqueleto é equivalente a re-entrar no ventre da vida primordial – um renascimento místico.     Durante a dança do búfalo também tem um grande papel nas visões. O búfalo pode derrubar um dançarino ou a dançarina pode contestar o búfalo cobrando para isso. Passando para fora por muito tempo, uma era muito medo de enfrentar o búfalo. Uma deve demonstrar coragem e enfrentar o búfalo antes do búfalo encontra-lo digno de dar-lhe o que ele deseja. Em certo ponto do Corvo vai notar que ele está vendo através dos olhos do búfalo, que ele tornou-se um com o búfalo.     A Dança do Sol simboliza uma resolução do conflito entre ser um povo que ler o búfalo como sábio e poderoso, ainda mais para o criador de seres humanos, e ter que matar e comê-los para sobreviver. Fazer o búfalo sagrado, simbolicamente dando nova vida a ele, e tratá-la com respeito e reverência tipo asa atos de reconciliação. Sem o búfalo não haveria morte, e os índios das planícies, que não viu o búfalo só forneceu-lhes bem-estar físico, mas manteve suas almas vivas, também.     Eles também acreditavam que os búfalos deu-se a eles por alimento, assim que o curso natural para eles seria a de oferecer uma parte de si em troca de gratidão. Assim, o sacrifício dos dançarinos através do jejum, sede, dor e auto-infligido reflete o desejo de retornar algo de si a natureza.     Auto-infligidas torturas também veio para simbolizar o renascimento. A tortura representa a morte, então a pessoa é simbolicamente ressuscitado. A dançarina sol renasce, mentalmente e espiritualmente como também fisicamente, juntamente com a renovação do búfalo e todo o universo.     Em um esforço para coibir tais práticas, o governo dos Estados Unidos proibiu a Dança do Sol em 1904. Entre uma série de tribos formas benignas da cerimônia continuou normalmente como parte das celebrações da Quarta Julho. Havia algumas tribos, no entanto, que tentaram reanimar a Dança do Sol na sua forma original e significado.     Depois de todos os dançarinos lágrima livre, ou depois de quatro dias, a Dança do Sol termina. Os dançarinos são estabelecidas em canteiros de sálvia para continuar o jejum e para recitar suas visões para o padre. Essas visões podem realizar novas canções, novos passos de dança, ou até mesmo as profecias do futuro. Seja qual for o resultado, o sentimento geral de todos os presentes é de renovação e de equilíbrio, as relações entre as pessoas ea natureza mais uma vez reafirmada.     Quando o campo está pronto para deixar todos os itens sagrado é deixado em uma pilha de sol-pólo para eles são muito sagrados para manter para uso pessoal. The Sun Dance Lodge é, então, de pé esquerdo para a natureza que fazer com ele como ele quer.

Nativos Americanos e a espiritualidade

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Como os índios americanos surgiu durante o século passado a partir da influência de controlo de missionários cristãos nas reservas, eles têm lutado para recuperar a sua herança religiosa e de protegê-lo de distorção pela cultura dominante branca da América do Norte.

Alguns nativos americanos expressaram o sentimento de que sua religião não é adequado para uso por pessoas de fora, e que os não-índios não têm nenhum negócio participar de rituais indígenas, como o alojamento do suor e da busca da visão. Outros índios tenham tomado uma posição diferente, dizendo que não há nenhuma razão para que pessoas de fora não deve participar e aprender os rituais da Native American e crenças da mesma maneira que eles se beneficiaram das práticas do Zen, Sufismo, Yoga, e outros não europeu sistemas de crença. Como esses professores índios e porta-vozes afirmam, o mundo nunca foi tão profundamente na necessidade de que a tradição tem para oferecer. E é uma cultura antiga de enorme valor, que remontam às formas mais precoces da vida espiritual que eram praticados na terra.    Arqueólogos propor que dezenas de milhares de anos atrás, uma cultura um pouco uniforme cercaram as regiões mais setentrionais do mundo da Groenlândia e da Escandinávia para a Ásia do Norte e da Sibéria. Os povos desta cultura circumpolar compartilham uma história comum e muitas crenças e práticas religiosas, incluindo o animismo, o xamanismo e cerimônias centrado em torno da caça e dos animais. A cultura chegou até na China, onde influenciou o desenvolvimento do taoísmo, e no Tibete, cuja cultura xamânica Bon deixou sua marca no budismo tibetano. Começando desde 60.000 anos atrás, os povos da Ásia do norte migraram que é hoje o Mar de Bering, no Alasca e no Canadá, e depois para baixo através das Grandes Planícies da América do Norte e Central América do Sul.     A cultura desses imigrantes, os ancestrais dos índios norte-americanos, incorporaram elementos da religião baseada em duas deusas da caça nômade (montanha e os deuses do céu) e agricultura (terra, santuários e templos). Como em muitas religiões, Deusa, a Native concepção Ameircan divide o universo em céu, terra e submundo. Distinções entre os espíritos, divindades, seres humanos e animais são muitas vezes desfocadas. Animais, lugares, até mesmo as pedras e as árvores podem possuir os espíritos que interagem com seres humanos em uma espécie de harmonia cósmica, semelhante ao antigo conceito de kami na tradição xintoísta do Japão. Essa crença, conhecida como animismo, é comum a muitas religiões que afirmam que preliterate pessoais, espíritos inteligentes habitam quase todos os objetos naturais, de pedras, plantas e rios para insetos, pássaros, animais, árvores e montanhas. Tendo em alguns índios, mas não todos, como lugares sagrados; determinados locais e os animais são apontados como manifestações do sobrenatural, incluindo aquelas vistas em sonhos ou visões.     As religiões nativas da América do Norte, como os de outros continentes, em geral dependem bastante do que a transmissão oral escrita, razão pela qual eles são chamados pré-letradas, ou primitivo, reconhecendo o seu estatuto antigo (o termo “primitivo” já não é aplicada , devido à sua conotação pejoritive). No verdadeiro sentido, eles formam uma religião comum; muitas tribos e membros que contribuem para uma tradição que é basicamente a mesma para a maioria dos índios, com um rangs gama de variações regionais e tribais.     Os povos indígenas de olhar para o cosmos como um ventre de vida que alimenta sua vida, e por isso têm menos neeed para destruir ou reformular como tecnologicamente mais desenvolvidas culturas que (embora por vezes abuso da terra e do gado como as culturas desenvolveram fazer). Seu objetivo pode ser descrito como alcançar a harmonia nas esferas pessoal, social e cósmica, em vez de ganhar a salvação pessoal ou liberação religiões históricas como objectivo fazer.

Raizes da democracia

Os termos Native American e American Indian, ou apenas indiano, ambos são usados por várias tribos da América do Norte e representantes tribais para se referir ao seu povo. Alguns insistem em Native American, outros dizem que só os liberais brancos usar esse termo, e eles preferem o título tradicional, respeitoso da American Indian. Na verdade, porém, mais porta-vozes usar as frases de forma intercambiável com pouca preocupação com o politicamente correcto. Além disso, o termos realmente utilizados por tribos, como a Commanche, Hopi, e Lakota Sioux para se referir a si mesmas em seus idiomas nativos pode ser traduzido como “O Povo”.    Segundo os historiadores que têm estudado as relações entre índios e colonos, os homens que chamamos de nossos Pais Fundadores foram profundamente influenciadas por seus contatos com os habitantes da terra. A idéia de unir as treze colônias americanas oriunda da Indian Chief Canassatego líder da Liga do Iroquois. Nesse confederação histórica, fundada entre 1000 e 1400, cinco e mais tarde, seis países membros tinham vozes iguais, independentemente do seu número ou antiguidade – um precursor do Congresso Continental e do Senado. A Liga Iroqouis também tinha provisões para os processos políticos democráticos conhecido como iniciativa, referendo e recall. Mesmo o conceito de uma reunião aberta em que os cidadãos exercize uma voz igual na tomada de decisões foi tomado emprestado dos índios, juntamente com a palavra Algonquian para ele: caucus. A tradição indiana de se ter separado os líderes de guerra e de paz também foi adotada pelos americanos (ao contrário da Inglaterra e muitos Africano e as democracias latino-americanas, os líderes militares não podem servir no governo E.U. a menos que sua primeira demissão comissões).     Bejamin Franklin, Tom Paine, Thomas Jefferson e John Adams, entre outros, reconheceram abertamente sua dívida para com os nativos americanos para a estrutura da democracia que elas criaram. Os mesmos conceitos revolucionários do governo que eles aprenderam com os índios foram posteriormente exportados para a Europa, onde eram realizadas directamente por Thomas Paine. Paine tinha negociado com os iroqueses, durante a Revolução Americana, tentou aprender a língua deles, e procurou incorporar a sua estrutura social na Constituição.

Shamanismo

religião indiana está entrelaçada em sua vida. Tudo, a maneira de viver, a maneira como você dorme. religião indiana é uma forma de vida. Chamá-lo de “religião” é enganosa. Tudo é perto da Mãe Terra, de acordo com a maneira como são ensinadas.    Ron Barton, citado em The Sacred     Indian centros de espiritualidade em uma coleção de crenças compartilhadas por a maioria das tribos, com variações de detalhes, rituais e cerimônias. Distinções são feitas frequentemente, por exemplo, entre os índios das planícies do Centro-Oeste, os índios Pueblo do sudoeste e do norte da floresta Tribes. No entanto, quase todas as tribos prática uma vez o monoteísmo – a crença no Grande Espírito, ao lado de uma crença animista em espíritos individuais que residem em animais e forças da natureza, nenhum dos quais é visto como superior ao Grande Espírito. Como resultado, a Native American espiritualidade está baseada na natureza, crescendo fora de um forte sentimento de inter-relação com a terra, ritual comum compartilhado e tradições sagradas são acompanhados pelo ensino da moral e da ética. Isto é especialmente verdadeiro de índios norte-americanos, índios da América Central e do Sul siga os sistemas de crença um pouco diferente. Os astecas do México, por exemplo, que construiu grande parte de seu conhecimento e crença em que a dos maias e outros Mezo-americanos (os toltecas e olmecas) adoraram mais de uma centena de deuses, hierarquizados e um tanto burocrática, como as divindades da antiga China.     O xamanismo é um dos componentes mais amplamente compartilhado de vida indígena. Xamãs são pessoas dotadas de espiritualidade que, através de uma variedade de meios adquiriram a capacidade de ajudar os outros através do transe e viajar sonho. Como nas culturas antigas da China, Tibete, Rússia e do Norte, América do Norte xamãs induzir estados de transe em si mesmos para facilitar contato com o mundo espiritual e para ajudar a curar os aflitos. xamânicos podem ser induzidos através de uma variedade de técnicas, incluindo cânticos ou batuques, jejum e, em alguns casos, o uso de substâncias psicotrópicas, mais suave do que poderia ser do tabaco, mas que por vezes pode incluir enteógenos como ayahuasca e peyote. Durante esses contatos transe, os xamãs podem comunicar com os espíritos dos espíritos dos mortos ou outras e aprender o que eles precisam saber para ajudar a curar o corpo, mente ou alma de um paciente, para localizar o jogo, ou para prever o futuro. Porque em muitas tribos quase todos os homens e algumas mulheres, fizeram uma busca de visão e disseram ter contactado o sobrenatural, por vezes, a única diferença entre os xamãs e os demais da tribo era o número ou o poder relativo dos guias espirituais ou ajudantes contatado pelos xamãs.     White antropólogos têm usado frequentemente o nome de “curandeiro” (embora muitas mulheres) para indicar uma mistura de capacidades xamânicas e sacerdotal. Neste contexto, sacerdotal implica o uso de rituais, cânticos, fórmulas verbais e tiradas de outros sacerdotes, à maneira de os brâmanes da Índia. Embora o homem de medicina termo adquiriu um tom pejorativo de incontáveis westerns de Hollywood ruim, ele faz refletir que muitos xamãs tribais também foram informados do uso de centenas de remédios de ervas desconhecidas para os exploradores e colonizadores brancos. O século 16, o explorador francês Jacques Cartier, por exemplo, tinha perdido 25 de seus homens para o escorbuto, quando um bando de Iroquois curou o resto por administrar uma decocção de casca de pinheiro e agulhas, uma fonte de vitamina C.

O grande espirito

conceitos indianos de Deus podem parecer contraditórios, às vezes, provavelmente porque ambas derivam da tradição patriarcal e matriarcal. Por exemplo, Wakan Tanka, o Lakota Sioux nome de “Grande Espírito”, “Grande Mistério”, ou Ser Supremo, é um amálgama de um deus dominante céu Pai, Mãe Terra, e muitos espíritos que controlam os elementos, bem como a vida humana . Outras nações indígenas desde os tempos antigos acreditavam em um Ser Supremo, a quem chamavam “pai” e do pensamento de ambos como um homem ou um animal – especialmente um lobo – com pensamentos e fala humana. Esse deus criador é dirigida pelo Shoshone, por exemplo, como Tam Apo (“Pai Nosso”). A crença em um ecos figura da Mãe Terra Deusa do Neolítico cultura em que as mulheres eram sócios essencialmente iguais aos dos homens, eo princípio feminino foi abertamente reconhecida como a grande fonte de seres humanos, animais e da vida vegetal.    cultura indiana também mostra o impacto, no entanto, a era pós-bélico Deusa, com sua violência e suas hierarquias masculino, portanto, qualquer tentativa de ver a religião do nativo americano como um descendente direto da cultura da Deusa é inábil na melhor das hipóteses. E ainda os princípios masculino e feminino parecem ser muito mais equitativamente equilibrado na maior parte dos americanos tradições indianas que no Ocidente as religiões históricas. Norte-americano cultura indiana é dividida entre as tribos principalmente de caça e principalmente agrária, descendência patrilinear e matrilinear, e as mulheres têm um lugar de respeito e influência raramente reconhecido tanto no Oriente ou no Ocidente.     A justaposição de um Deus criador pessoal e derivados animais antropomórficos da mitologia não é mais impróprias, no entanto, que o comportamento dos cristãos no Natal, que definiu uma creche retratando o nascimento de Jesus ao lado de uma árvore de Natal derivado de uma antiga celebração pagã. Native American conceitos de vida após a morte também pode parecer contraditório, incorporando elementos da reencarnação (ou como o ser humano ou animal), a vida após a morte celestial, e fantasmas. A crença freqüentemente contestado índio em um terreno de caça “feliz” é no mínimo coerente com culturas caçadoras nômades na Escandinávia e Ásia, para quem a vida após a morte, promete uma abundância de caça. culturas Agrário, por outro lado, muitas vezes viu a vida após a morte como uma terra subterrânea a partir do qual a Deusa Mãe Terra, gerado uma nova vida e da vegetação.

Rituais e costumes

Embora as crenças e costumes indígenas representam uma ampla gama de fontes e têm evoluído ao longo de milênios, muitos deles são muito semelhantes. A maioria das tribos, principalmente entre os índios das planícies, têm tradicionalmente praticado alguma forma de potlatch, ou dar-away cerimônias, com destaque para a distribuição abundante de bens e alimentos para os membros de outros clãs, vilas ou tribos. O potlatch incorpora um sentimento de responsabilidade comum que remonta aos tempos indígenas, ea tradição é ligada com as convicções democráticas do povo. Qualquer eleito para uma posição de liderança era esperado para doar todos os seus bens a fim de não ser capaz de lucrar materialmente sua nova posição. Relacionado a isto está uma crença na administração e não a propriedade da terra. Os europeus que se instalaram os Estados Unidos tinham dificuldade de compreender isto como eles continuaram tentando comprar a terra dos índios.    Em muitos casos, porém, tribos diferem entre si quanto aos rituais e cerimônias específicas. Segundo a tradição Sioux, por exemplo, sete cerimônias foram ensinados a anciãos tribais pelo bezerro Buffalo Woman, que apareceu a dois membros da tribo Sioux, em uma visão e explicou que o cachimbo sagrado era para ser usado em sete ritos. Ela também ensinou os sete cerimônias para a tribo, a primeira pessoa e os outros seis em visões concedida depois que ela partiu, deixando para trás seu pacote sagrado, que ainda é mantida em uma das reservas Sioux. O pacote de medicina continua a ser um elemento importante da religião indiana, uma coleção de objetos sagrados realizadas por nativos americanos do sexo masculino de qualquer importância em sua comunidade. Os pacotes de medicina ‘”, que consiste de objetos sagrados que facilitam a interação com o sobrenatural, especialmente um cachimbo e do tabaco, que são fumados, sempre que o pacote é desembrulhada e usado para fins religiosos. Alguns dos conteúdos do pacote estão incorpórea, como músicas e rituais que vão com ele quando o pacote é comprado ou vendido. Historicamente, pode-se possuir mais de um pacote, um sinal de riqueza e importância dentro da tribo.     Rituais e cerimônias de especial importância, especialmente entre os índios das planícies, incluem a cerimônia Sweat Lodge (limpeza espiritual comunal); Vision Quest (um rito de passagem para a busca espiritual para jovens ou adultos), dom Dance Ceremony (um tribal anual de acção de graças ao Grande Espírito, realizada no final do verão); Fazendo Parentes (entrando em um relacionamento com um nonrelative que é mais forte que o parentesco); Preparar uma menina para a mulher, e jogando a bola (um ritual que evoluiu para um jogo em que se baseia LaCrosse). O cachimbo sagrado, ritualmente preenchido com tabaco ou substituto de tabaco – mas nunca de qualquer outra substância psicotrópica como é muitas vezes erroneamente acreditava – é passado entre os participantes em todas as cerimônias sagradas (inalação não é exigida dos não fumantes).